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Comunifape 2009

Logo(2).jpgDe 27 a 30 de outubro, ocorreu na FAPE (Faculdade de Pernambuco) o workshop: Comunifape com o tema “Convergência de mídias” e agora como o propagandeando esta se “enxirindo” para outras vizinhanças, fui fazer a cobertura do evento para os meus queridos propagandistas e minhas queridas diaristas. O evento foi organizado pelos próprios alunos da FAPE e contou com a participação de:

Eden Wiedemann com palestra sobre twitter.

Ana Aragão com palestra sobre Blog Corporativo.

Rodrigo Sampaio com palestra sobre Publicidade Online.

Irving Suna com palestra sobre Criação na Web 2.0.

Anthony Lins com palestra sobre Mobile Marketing.

Vou postar aqui no site as entrevistas realizadas, com agradecimento a Iggor Gomes (@iggorgomes) , parceiro que me ajudou na cobertura do evento 😀 (aperta logo esse “READ MORE”)

Entrevista de Ana Aragão da Signo Comunicação sobre Blog Corporativo:

ana aragão

Qual a sua formação acadêmica e trajetória profissional?

Possuo 15 anos de experiência como jornalista, e há quatro estou no comando da Signo Comunicação , sou Pós-graduada em Gestão da Comunicação Empresarial, pela Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire) , Repórter da Editoria de Economia do Jornal do Commercio, fui duas vezes ganhadora do Prêmio Sinduscon-PE de Jornalismo, na categoria Reportagem. Coordenadora-adjunta de Comunicação da antiga Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e tenho passagens por redações de Rádio & TV.

Qual o papel do Blog corporativo para a empresa?

O blog é uma ferramenta de relacionamento para a empresa e para o consumidor, não é um meio para a empresa ofertar seus produtos, é na verdade, um meio que a empresa tem de criar um relacionamento, se mostrar disponível, acessível, e qual sua utilidade para o consumidor. Acaba por se tornar uma ferramenta de comunicação de mão dupla, recebendo elogios em como a empresa funciona, mas também ouve o que o consumidor tem a falar, tanto para elogios quanto para criticas. A lógica do blog corporativo acaba por você transformar a pessoa jurídica numa pessoa física

O que falta para este novo tipo de mídia se massificar?

Falta um pouco de compreensão da importância deste relacionamento para as empresas. As empresas hoje são geridas por pessoas mais velhas, que são mais tradicionais e que não compreendem muito bem ainda o papel que a internet tem, e que não entende a importância do cliente participar na construção da empresa. Isso é um processo seqüencial, vivemos nos últimos 10 anos mudanças muito importantes, mudanças muito práticas e que ainda continuam acontecendo e isso acaba por se tornar uma questão de aculturação.

Como esta nova relação afeta o modo de se pensar propaganda?

A propaganda precisa ser muito repensada, essa semana ouve em são Paulo um evento chamado Mídia On, que diz que nós valorizamos muito o tempo em que somos capazes de articular as informações disponíveis e distinguir dessas informações quais são realmente relevantes, então mais do que a empresa dizer que ela mesma é ótima, vamos migrar ao caminho em que as pessoas dizem se aquela empresa, aquele produto ou aquele serviço realmente são importantes, a gente vai precisar trabalhar as informações da empresa estabelecendo uma relação com esses clientes. É uma mudança de paradigma muito grande, saímos da era da propaganda e entramos na era de relacionamento de conteúdo.

Entrevista de Eden Wiedemann sobre twitter:

eden

Qual a sua formação acadêmica e sua trajetória profissional?

Eu cursei Publicidade na Federal – tranquei próximo ao fim. O mesmo se repetiu com Administração na Católica. Infelizmente o trabalho sempre me pareceu mais importante que o estudo formal – já que SEMPRE estudei muito sobre os assuntos que gostava. Não é algo de que me orgulhe, na verdade considero um erro, mas tenho que reconhecer que de fato o tempo que dediquei ao trabalho fez bastante diferença na minha vida. Ainda cedo comecei como diretor de arte, aos 19 anos. A paixão pela comunicação só crescia com o passar do tempo e percebi que não conseguiria abandonar a profissão – mesmo tendo tentado exercer o lado administrador de empresas durante algum tempo com relativo sucesso. Diretor de Arte, Diretor de Criação, Atendimento, Produtor, Planejador, Pesquisador de mídias diferenciadas. Exerci várias funções
diferentes nas agências onde passei – e na minha mesmo – visando sempre conhecer cada momento do processo. O marketing político, com o
qual estive envolvido nas últimas 4 eleições, sempre me agradou também mas foi com a Social Media que percebi que podia fazer a diferença na
comunicação unindo meu conhecimento adquirido com meu gosto por WEB.

O marqueteiro Chico Santa Rita, que comandou as vitórias do presidencialismo e de Fernando Collor em 1989, diz: “A internet esta longe do principal veiculo, a televisão. A massa é pobre e desinformada, mudar de candidato com ela portanto, é raro.” Já o professor e pesquisador de Marketing da USP Marcos Campomar defende: “ A web é apenas mais um meio de o político definir o seu público.” Qual o real papel da internet na política Brasileira?

Ignorar o poder da web pode ser um erro, é verdade, assim como achar que ela sozinha já possui a capacidade de eleger alguém. Chico Santa
Rita acerta quando diz que a massa eleitora ainda não seria impactada pela web como é pela TV, isso é um fato. Mas Marcos Caompomar também
acerta que a WEB permite se atingir nichos com uma eficiência quase cirúrgica. A maioria dos usuários de redes sociais está fora da camada C/D? Será? O Orkut tem mais de 28 milhões de usuários, grande parte deles proveniente das camadas C e D. Só são utilizadas por jovens? A inclusão digital da terceira idade é um fato. O público de 25 a 40 anos é usuário costumas da WEB. Para se ter uma ideia as redes sociais já são a 4ª ferramenta mais utilizada na web, a frente dos e-mail pessoal! Temos que lembrar ainda do poder de cooptar a juventude, cativando assim os jovem eleitores, a maioria com vontade de mudança e livre de vícios eleitorais, capazes de se tornarem agentes ativos de viralização – os verdadeiros militantes digitais – e de desconstruir e reconstruir imagens, como no caso de José Serra que vem utilizando o Twitter de forma magistral para desfazer a imagem que lhe foi atribuída na campanha presidencial de chato, pedante, arrogante e frio. A ferramenta é poderosa, como pode perceber, mas mal aplicada pode ser pura perda de tempo ou ter um resultado contrário do que se espera já que ser uma via de mão dupla é sempre um risco para aqueles que tem o que esconder.

Com a popularização do twitter e demais mídias sociais, o que muda na publicidade e propaganda?
Uma questão importante, verdade. Vamos partir de uma lógica bem simples. Como falar com um adolescente
de 16 anos hoje em dia? TV? Ele quase não assiste. Rádio? Ele não ouve. Jornal? Nem sabe o que é. Outdoor? Para quê se a vida deles é
cada vez mais in house? Fruto dos novos tempos, ou da convergência de mídias, aponte seu próprio culpado, nossa juventude está online. Eles são os futuros consumidores e é bom que sua marca comece a falar com eles onde se sentem melhores, mais a vontades. É bom que utilizem a ferramenta para proporcionar uma relação entre consumidor e marca já que nas mídias sociais esse consumidor é também veículo.
Mas e o agora? A Social Media acaba com a característica demagogica da propaganda tradicional – você falando bem de si mesmo – e a leva para
um nível completamente diferente: o target se tornando veículo, usando sua própria influência sobre outros para vender uma ideia, conceito ou
produto. Cada usuário com o poder de influência outras 163 pessoas – segundo pesquisa da Meio & Mensagem – contra as 4 que influenciariam
no mundo “real”. A Social Media exige muito mais que anúncios, exige conteúdo. Exige que se crie como nunca, que se pense no consumidor como uma engrenagem, parte de todo processo de comunicação. Mas, apesar de quebrar paradigmas e exigir uma nova visão, a Social
Media tem um grande trunfo: ela é barata quando se comparada as mídias tradicionais. Isso devia animar os anunciantes… mas não anima as
agências tradicionais que, entre outras coisas, temem o desconhecido e a imprevisibilidade comportamental que ainda encontramos na web.

Perfis Falsos no Twitter é o que não falta, desde Vitor Fasano (@vitorfasano ) até Deus (@ocriador). Um caso conhecido na política brasileira e do senador Cristovam Buarque (@cris_buarque) que tem o perfil atualizado
por um eleitor que acabou por se tornar um “Fake Autorizado” do político. Como esses e outros casos afetam a credibilidade do twitter?
Não afetam. Um usuário do Twitter sabe relevar possível prejuízos de imagens causado por fakes. Fora que já está provado que a presença da
personalidade real, muitas vezes menos interessante do que o fake, suplanta o interesse no falso perfil na maioria das vezes. De qualquer forma o advento das contas verificadas está reduzindo isso drásticamente.

Em entrevista recente a revista Magis da Unisinos, Tom Wolfe afirma: “As pessoas hoje preferem rumores a noticias. A maior fábrica de rumores da nossa época é conhecida como blogosfera.” O que você acha disso?

O potencial para o mal chega a ser maior que para o bem, é verdade. É impressionante como as pessoas sentem prazer de divulgar notícias
ruins ou venenosas, replicando-as sem checar a origem. Contudo isso é inerente ao ser humano, a web apenas fez com que a fofoqueira, ao
invés de ligar para 4 amigas para contar uma “novidade”, pudesse espalhar para todos seus 1000 seguidores. Contudo com a mesma velocidade com que um hoax se espalha ele é desmentido, afinal revelar a farsa dá certo status a quem a descobriu.
Isso pode ser visto com o CCV, Comando de Caça ao Viral, que são aqueles internautas que vêem virais em tudo que acham na web e fazem
questão de “descobrir a verdade” por trás para não passar por um mero veículo de replicação. Vale lembrar ainda que aqueles com mais tempo de blogosfera possuem certo princípios quanto a divulgar uma informação sem antes checar –
coisa que devia ser copiada por certas redações jornalísticas na web – o que faz com que os maiores replicadores geralmente se furtem de
espalhar um hoax.

Entrevista com Rodrigo Sampaio da Web Interativa sobre Publicidade Online(entrevista realizada por email.):

Qual a sua formação acadêmica e sua trajetória profissional?

Sou Administrador formado pela UFPE, com especializações em Marketing e Mercado Financeiro, sou também bacharelando em Direito. Trabalhei durante alguns anos em áreas comerciais de empresas como a Telemar, Bridgestone e a Bandag do Brasil. Em 2006 assumi o desafio de empreender um projeto na área de TI. Nasceu assim a Webinterativa, uma agência de soluções para a Internet. Hoje, seguindo a natural evolução da empresa, atuamos desde o desenvolvimento de Websites e sistemas em plataforma internet até a gestão de campanhas publicitárias on-line e projetos de Search Engine Marketing. Acredito que a amplitude da minha formação acadêmica e profissional, em áreas muitas vezes distintas entre si como direito e TI, por exemplo, me ajudam a ser hoje um profissional mais completo e com uma visão abrangente do mercado como um todo.

Como você define a participação de Pernambuco no ramo da publicidade online?

Eu teria que dividir essa participação em dois grupos. O primeiro seria a participação de Pernambuco na publicidade online do ponto de vista dos profissionais que atuam nesse seguimento. Neste caso, como em diversas áreas relacionadas à tecnologia da informação, Pernambuco é sim um destaque nacional. Temos excelentes Agencias Digitais no estado e temos muitos e bons profissionais atuando com Marketing e Publicidade online. Pernambuco na verdade sempre teve tradição em produzir grandes publicitários. Sendo também um fértil formado de profissionais de TI essa união entre publicidade e tecnologia parece ser uma natural vocação do estado.

O segundo grupo seria a publicidade do ponto de vista do anunciante online. Neste caso, Pernambuco como o Brasil de uma forma geral atua ainda timidamente. Os percentuais de investimentos realizados em publicidade online não passa de 5% do que é gasto em outras Midas tradicionais como rádio, TV e mídias outdoor. Mas isso está mudando e mudando rapidamente. Acredito que esse mercado crescerá de forma muito consistente em 2010.

A convergência dos meios altera a forma de pensar propaganda?

Não altera o processo criativo e a construção de conceitos, mas a convergência dos meios altera sim e decisivamente a forma de pensar propaganda. Temos que deixar de entender o consumidor como agende passivo do processo publicitário, aquele que apenas recebe passivamente a informação sentado no sofá de casa. Estamos na era do usuário e o usuário participa, interage, contribui. Essa é a grande mudança, a maneira de se pensar, de se produzir propaganda tem que se adaptar a novos formatos e sobre tudo a um novo consumidor.

Nos EUA, 2009 foi considerado o pior ano de investimento na publicidade online, como isto afeta o Brasil?

Estamos em um ano de recessão, de retração econômica. Isso tem profundo impacto em investimentos publicitários sejam eles em meios tradicionais ou na web. O Brasil ao que parece, vem saindo da crise mundial com mínimos estragos e enxergo certo descolamento entre o mercado publicitário online nacional e o americano. Nosso mercado de publicidade online é fortemente constituído por carteiras de empresas nacionais, dessa forma o impacto da retração dos investimentos de anunciantes americanos não devem produzir danos significativos, apesar de realmente tais danos venham a ocorrer. Assim, diferente dos EUA nosso mercado deve apresentar índices de crescimento em 2009.

Com a chegada da TV digital, o que muda na publicidade tradicional?

Não esperem mudanças drásticas e imediatas. Mudanças ocorrerão, mas se darão de forma gradativa com o entendimento da evolução dos novos hábitos de consumo e de decisão de compra. O consumidor mudou e a forma das empresas se relacionarem com esse novo consumidor irá mudar também. A TV Digital vem para contribuir com a formação de uma rede de comunicação cada vez mais interativa. Os conteúdos tendem num futuro próximo a estarem cada vez mais misturados. Assim, o telespectador funde-se com o usuário e forma-se um novo consumidor. Neste novo ambiente não falaremos mais de publicidade online ou tradicional porque elas estarão praticamente fundidas em uma só. Mas esse processo ainda levará algum tempo, não muito acredito, mas levará algum tempo. Observaremos as transformações de forma gradual e nesse ínterim, a publicidade dita tradicional ainda se estenderá por um bom tempo.

 

Entrevista com Anthony Lins da Meantime Mobile Creations sobre Mobile Marketing:

anthony

Qual a sua formação acadêmica e sua trajetória profissional?

Bom, sou formado em Sistemas de Informação, e trabalho na área de TI há mais de 20 anos. Sempre envolvido em projetos de desenvolvimento de software, para as mais diversas áreas, incluindo jogos, inteligência artificial e mais recentemente mobile marketing. Trabalho atualmente na Meantime Mobile Creations, empresa que faz parte do C.E.S.A.R localizada no Porto Digital. A empresa é referência no desenvolvimento de aplicações mobile, inicialmente jogos e mais recentemente projetos para campanhas publicitárias (mobile marketing). Além disso sou editor de um blog chamado Bamborim (www.bamborim.com) onde escrevo sobre assuntos relacionados à área de TI (computação inteligente, web, realidade aumentada, mobile, etc), inovação, mercado, cinema, música, etc.

Como você enxerga o atual momento do mercado de Mobile Marketing de PE?

Vejo o mercado de Mobile Marketing numa ascendente, não só em Pe mas em todo o Brasil. Há cada vez mais ações voltadas para o mercado publicitário que se utilizam das ferramentas de mobile marketing, e aqui nós temos um ecossistema de empresas que trabalham com o foco de prover soluções para essa área. As agências publicitárias daqui, estão descobrindo o poder de penetração que o uso dos dispositivos móveis (telefones celulares) têm junto ao publico. Então Mobile Marketing é uma realidade no mundo, no Brasil e aqui em PE não será diferente. Veremos cada vez mais as marcas regionais utilizando esse meio para alcançar novos consumidores, e até mesmo fortalecer a fidelização dos antigos.

Quais são as tendências para 2010?

Em relação a Mobile Marketing, acredito que uma tendência será a busca da diversificação dos meios de distribuição de conteúdo, pois o custo dos serviços cobrados pela operadoras de telefonia celular ainda é alto e compromete o surgimento de novas campanhas de mobile marketing. Então as empresas que trabalham como integradores de soluções ou provedores de ferramentas, estarão focadas em trabalhar novas formas de reduzir o custo sem perder a qualidade e a dinâmica nos resultados esperados para as ações. O uso de advergames (jogos para dispositivos móveis e para internet) com foco no mercado publicitário, videos, canais exclusivos para tv e distribuição de videos (youtube por exemplo), distribuição de conteúdo via bluetooth, dentre outras ações se tornarão mais fortes e tendem a ajudar a massificar o uso de mobile marketing nas campanhas publicitárias.

 

O que falta para este novo tipo de marketing se massificar?

Dar mais tempo para as pessoas se acostumarem mais a esse tipo de meio de comunicação. A propaganda seja através de um joguinho, ou um video de 5 segundos, ou por uma mensagem de texto, recebidos no aparelho celular, que é um meio de comunicação pessoal, vai se tornando cada vez mais comum. A medida em que mais ações estejam disponíveis para os consumidores, que ajudem a formar uma cultura do uso desses recursos. Campanhas como as que ocorrem em programas de TV onde você pode decidir o destino de participantes do programa, se enviar uma mensagem de texto para um dado número, vão se tornando cada vez mais frequentes, ou mesmo enviar um código encontrado numa embalagem de produto para concorrer a um prêmio estão se tornando cada vez mais frequentes. Mas como disse, o tempo é um componente que não podemos desprezar, a medida que formos avançando, cada vez mais pessoas estarão usando os serviços. Outro componente é a forma como a campanha será baseada, pois decidirá a abragência da campanha (número de celulares que serão alvo da campanha, custo para o consumidor, etc), isso é fundamental para se ter um planejamento mais coerente da ação antes dela efetivamente ocorrer.

 

Através do LBS (Location Based Services) é possível enviar uma mensagem ao usuário sabendo sua localização com margem de erro de 3 metros para divulgação de promoções. Quais as diretrizes que regulamentam este tipo de marketing para que ele não se torne invasivo?

Veja só essa questão da invasão de privacidade é sempre um prato cheio para as polêmicas. Como acontece com os spams recebidos nas caixas de emails, ainda não temos um meio que impeça de forma 100% garantida que não recebamos mensagens de textos indesejáveis. Conta-se muito com a infraestrutura para tratar os dados trafegados, fornecida pela operadora de telefonia móvel. Um exemplo, temos um cadeia de restaurantes que pode trabalhar numa campanha na qual possíveis clientes que estiverem nas imediações de uma de suas lojas possa receber uma mensagem de texto (sms, mms, dispositivos bluetooth, etc). Nesse exemplo, muitas pessoas estariam em condições de receber alguma mensagem do restaurante, no caso de seus aparelhos celulares atenderem as especificações técnicas determinadas para as ferramentas. Aplicações LBS também são uma tendência, acredito que vamos encontrar cada vez mais aplicações comerciais que se utilizam desse serviço, mas recomendo coerência e cuidado no uso e desenvolvimento de algumas dessas aplicações.

 

Gostaria de agradecer a todos os palestrantes pela paciência em proporcionar as entrevistas, e a organização do evento. Essa agora é uma nova fase do propagandeando(e espero que seja uma fase boa :D)

Quem tiver alguma indicação de evento é so mandar um email:  propagandeandoblog@gmail.com

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